POST /v1/charges com o campo splits, ou em POST /v1/split-charges, que
é o mesmo endpoint com outro nome.
A regra que confunde todo mundo
Isso tem duas consequências práticas:- A soma das
percentageprecisa ser menor que 100, nunca igual. - A sua fatia precisa ser estritamente a maior de todas. Se sobrar para você menos
do que para algum beneficiário, a criação é rejeitada com
400.
Criando
Resposta 201
isOwner: true), os e-mails mascarados e o prefixo psplit_.
E-mail de beneficiário vem sempre mascarado, em toda resposta e todo webhook. Se você
precisa exibir o parceiro na sua interface, guarde o e-mail do seu lado no momento em
que criou a cobrança.
Validações
Qualquer uma quebrada devolve
400 na criação. Nada é criado pela metade.
O teto de R$ 5.000 vale só para cobrança com split. Cobrança PIX comum não tem esse
limite.
Quem paga a taxa
A taxa do gateway sai inteira da sua parte. Os outros beneficiários recebem a porcentagem cheia sobre o valor bruto.1
O cliente paga o valor cheio
R$ 100,00, ou seja, 10000 centavos.
2
Os beneficiários recebem sobre o bruto
O sócio com 30% leva R$ 30,00.
3
A taxa desconta da sua fatia
Supondo 2% + R$ 0,50, a taxa é R$ 2,50.
4
Você fica com o resto
10000 − 3000 − 250 = 6750 centavos, ou R$ 67,50.
Arredondamento
Cada beneficiário recebefloor(bruto × percentage). O resto é seu, o que garante que a
soma creditada mais a taxa feche exatamente com o bruto, sem centavo sumido.
Um caso com dízima, para deixar concreto. Cobrança de R$ 100,00, taxa de R$ 2,50, dois
beneficiários com 33.33% cada, você com 33.34%:
3333 + 3333 + 3084 + 250 = 10000. Fecha.
Consultando o resultado
GET /v1/charges/{paymentId} com um ID psplit_ traz o detalhamento de cada fatia, com
o valor em centavos que foi creditado e quando:
Limitação conhecida
metadata não é aceito em cobrança com splits. Se você precisa amarrar a cobrança a um
pedido interno, guarde o paymentId do seu lado na hora da criação.
